5 Termos do mercado imobiliário que todo investidor deveria conhecer

A retomada do mercado imobiliário e a influência da gestão de facilities »  ABRAFAC
  • Alienação Fiduciáia

 É a transmissão da propriedade de um bem ao credor para garantia do cumprimento de uma obrigação do devedor, que permanece na posse direta do bem, na qualidade de depositário.

Essa forma de garantia desobriga o credor de ter que acionar o devedor e somente depois ir à busca do bem objeto da garantia, facilitando e apressando o retorno de seu investimento.

Trata-se de um acordo entre o credor e o devedor e ocorre quando o devedor utiliza o imóvel como garantia do pagamento de uma dívida.

  • Incorporação imobiliária

Trata-se de uma prática de investimento no mercado imobiliário muito comum no Brasil. Na incorporação imobiliária, geralmente o foco está em projetos de edifícios e condomínios, nos quais o incorporador comercializa as unidades ainda na planta ou em fase de construção.

  • INCC

O índice nacional é constituído de acordo com a média considerada à partir dos dados que se coletam nas sete cidades que são analisadas, combinando o sistema de preços com o sistema de pesos.

De modo geral, o INCC considera todos os valores materiais, sendo eles: equipamentos, serviços e mão de obra. Com isso, o custo dos materiais se divide em três grupos: Estruturais, instalações, acabamentos.

A Fundação Getúlio Vargas obtém os dados por meio de orçamentos analíticos de organizações que atuam com engenharia civil.

  • Crédito imobiliário

Refere-se ao empréstimo que instituições financeiras concedem a pessoas que desejam adquirir um bem imóvel por meio de um financiamento.

O crédito imobiliário costuma ser oferecido a partir do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

  • Financiamento imobiliário

Financiar é pegar dinheiro emprestado com algum banco e retornar esse dinheiro com pagamentos de parcelas ao longo de um prazo pré-definido em contrato. De maneira geral, o comprador do imóvel paga um valor de entrada ao vendedor e pede emprestado com o banco o restante, que será pago em parcelas corrigidas e acrescidas de juros.

Durante esse período, o imóvel fica ligado ao comprador mas não pode ser negociado enquanto não quitar o empréstimo com o banco. Há diversos tipos de contratos que podem ser firmados em um financiamento, mas o mais comum é o chamado de “contrato de compra e venda a prazo com pacto adjeto de alienação fiduciária.

Etapas do Financiamento Imobiliário: 7 Passos para simplificar sua vida!

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1- SIMULE O FINANCIAMENTO O QUANTO ANTES

Tenha em mente que dar entrada em um financiamento imobiliário é aceitar um compromisso que vai lhe acompanhar por bastante tempo.

Sendo assim, uma das primeiras etapas do financiamento imobiliário é fazer uma simulação para visualizar tudo o que entra na conta: os valores, prazo e todos os fatores envolvidos no acordo que você está prestes a fechar.

Para fazer isso, nada melhor do que aproveitar os simuladores de financiamento que algumas instituições oferecem gratuitamente na internet. Você pode usar o da Caixa Econômica Federal ou do Itaú. 

No geral, os simuladores são bem simples e em minutos você já tem o resultado. 

O maior benefício de fazer as simulações em diferentes instituições é também poder comparar as taxas entre elas. Por mais que não haja muita diferença, em porcentagem, o impacto de cada dígito é bastante representativo.

2- ENVIO DA PROPOSTA

Uma vez que você tenha feito a simulação, vai saber qual é a faixa de preço que se adequa às suas possibilidades de pagamento. 

A próxima etapa do financiamento imobiliário é escolher um imóvel de seu interesse e enviar uma proposta para a instituição escolhida. Até aqui, o processo ainda é bastante fácil: você entra na web da instituição, preenche uma proposta online e informa somente alguns dados. 

Não é preciso apresentar os documentos, mas sim fornecer algumas informações como identidade, CPF, dados relativos à sua atividade profissional (renda e ramo), bem como características do imóvel desejado e valor a financiar.

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3-ANÁLISE DO CRÉDITO

Na análise do crédito, serão solicitados os documentos adicionais para checagem e corroboração. Todos os documentos informados no envio na proposta devem ser apresentados.

Além disso, também são pedidos comprovantes de renda, de residência e certidões negativas de débitos federais (dos dois cônjuges, se for o caso).

Se você quiser usar os recursos do seu FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), todos os extratos originais devem ser igualmente apresentados. 

Neste caso, precisam ser emitidos pela CEF (Caixa Econômica Federal) com os correspondentes carimbos, contas vinculadas, com data e assinatura da instituição. 

Nesta etapa, todas as pesquisas cadastrais e restritivas são feitas para confirmar se está tudo bem com seu nome. É também onde são definidos o tipo de financiamento, o prazo para amortização da dívida, valor das quotas, etc.

4- AVALIAÇÃO DO IMÓVEL 

Uma vez que a instituição financeira dê o aval para que o processo siga, chega a hora de realizar uma análise do outro lado da transação, na ponta vendedora. 

Quem estiver vendendo o imóvel precisa fornecer uma série de documentos também, seja uma pessoa física ou jurídica. 

No que corresponde à propriedade, a matrícula do imóvel é o documento mais relevante, já que corrobora a legalidade do vendedor para que ele esteja habilitado a realizar a venda.

Ainda será necessário apresentar a certidão negativa de débito do imóvel, obtida com a prefeitura e o certificado negativo do IPTU. 

Fique especialmente atento ao prazo de validade de todas as certidões, que pode variar de 30 a 90 dias. Quando vencer o período, é necessário solicitar novamente a documentação. 

5-VISTORIA TÉCNICA DA PROPRIEDADE

Com todos os documentos das partes envolvidas apresentados, é hora de avaliar o imóvel. Para tanto, agenda-se uma vistoria ao lugar, com a presença de um engenheiro ou arquiteto credenciado, com a devida comprovação do pagamento da vistoria. 

O objetivo desta etapa do financiamento imobiliário é confirmar a compatibilidade entre o preço da propriedade e o valor de mercado, assim como se o apartamento está de acordo com todas as condições que possibilitem que ele seja financiado. 

6-CONTRATO

Com a proposta aprovada e com todas as condições atendidas, chega o momento de fazer o seguro habitacional obrigatório e marcar uma data para que todas as partes envolvidas (comprador, vendedor e representante da instituição financeira) apresentem-se para assinar o contrato. 

Vale destacar que, ao assinar o contrato, o comprador ainda não tem acesso à escritura do apartamento, uma vez que a propriedade continua vinculada à instituição que concede o empréstimo. 

Após a assinatura, é feito o pagamento do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) e o contrato é registrado no cartório. Nesta etapa do financiamento de imóveis, não pode haver nenhuma pendência em aberto.

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7-LIBERAÇÃO DOS RECURSOS

Com todas as etapas anteriores atendidas, chega o momento de enviar o registro do contrato para a instituição financeira do financiamento. Agora, já falta muito pouco para seu sonho, literalmente, sair do papel.

Em aproximadamente cinco dias após a entrega do contrato devidamente registrado, os recursos são liberados para pagamento. Normalmente, a transferência é feita por depósito ou transferência DOC.

Uma vez que o vendedor tenha a primeira transferência, você já pode pegar as chaves da sua casa própria, chamar as pessoas mais próximas para conhecer e finalmente comemorar com a certeza de que está começando uma nova fase de sua vida. 

Como dissemos no começo do artigo, o processo não é necessariamente simples. E é preciso muita organização e controle em cada etapa do financiamento para minimizar as chances de que alguma pendência trave todo o fluxo de documentos e trâmites.

Agora que você já sabe todas as etapas do financiamento imobiliário, dê mais um passo rumo à realização do seu sonho: entre em contato com um de nossos consultores!

Fonte: www.emccamp.com.br

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