Mantendo uma boa convivência com a vizinhança:

Como conversar com um vizinho sobre barulho? | Prodomo

Você conhece as pessoas que moram perto da sua casa ou apartamento? Ao mesmo tempo em que há quem tenha os vizinhos como grandes amigos para contar a qualquer momento, outras pessoas sequer sabem quem mora ao lado ou, ainda pior, entram constantemente em conflito com a vizinhança, vivendo em um clima de hostilidade.

A verdade é que a boa convivência com os vizinhos é fundamental tanto para quem está em um condomínio, quanto para quem mora em uma casa independente. Afinal de contas, especialmente por estarem logo ali, essas pessoas muitas vezes participam mais da sua rotina do que seus amigos ou familiares! Aqui vão algumas dicas para que tenha uma boa convivência com seus vizinhos.

Respeite as regras de convivência:

  • não estacione na vaga de garagem de outro morador;
  • descarte o lixo em locais e horários corretos;
  • evite mudanças e obras fora dos horários autorizados;
  • não segure o elevador em um andar;
  • respeite os horários de festa estipulados pelo condomínio;
  • respeite o volume autorizado de aparelhos de som e televisores;
  • evite sapatos e outros barulhos no piso tarde da noite.

Exercite gentileza:

Além de seguir regras, a amizade e a gentileza tornam a convivência muito mais tranquila. É bom saber que você pode contar com o morador ao lado, além de deixar claro que também está disponível para ajudá-lo quando necessário.

Tenha paciência:

Essa dica é especial para lidar com momentos complicados entre vizinhos. Por mais que em certas situações a outra pessoa acabe nos irritando, é importante não deixar a raiva ganhar espaço. Afinal, brigar com alguém com quem você convive tão de perto pode gerar um clima desagradável por muito tempo. Então procure ter paciência nos momentos de conflito isso vai fazer toda a diferença no longo prazo.

Ter uma boa convivência com pessoas diferentes e desconhecidas nem sempre é uma tarefa fácil, mas é possível desde que haja respeito e boa vontade para viver em harmonia.

Lugares imperdíveis para visitar na Zona Sul de SP

A Zona Sul tem muito a oferecer, tanto para turistas quanto para quem mora por aqui, a região conta com museus, parques, o zoológico da cidade.

Parque Ibirapuera

É um dos parques mais importantes de São Paulo.Seus três lagos artificiais são interligados e ocupam 1,6 milhão de m2. Foi inaugurado em 1954 para comemorar o quarto centenário da cidade. Possui ciclovia, 13 quadras iluminadas, pistas de corrida, passeio e descanso e áreas abertas para shows

Parque Ibirapuera passa por melhorias e está cheio de novidades | Viagem e  Turismo

Centro cultural de São Paulo

Centro cultural possui cinco bibliotecas em seu interior, a Biblioteca Sérgio Milliet, a segunda maior da cidade; a Biblioteca Alfredo Volpi que resguarda um catálogo sobre artes plásticas, fotografia e arquitetura; a Gibiteca, que além dos gibis oferece palestras, exposições e oficinas de gibis

Centro Cultural São Paulo (CCSP) - Museu Brasil

Jardim botânico

Tem várias atrações como o museu botânico; escadarias históricas – outro lugar preferido para tirar boas fotos, estufa de plantas, Jardim dos Sentidos, onde é possível tocar e cheirar as plantas para sentir a textura e aroma; a trilha da Nascente, em que passamos por uma passarela em meio a mata.

Jardim Botânico | Governo do Estado de São Paulo

Zoológico

É o maior jardim zoológico do Brasil. Abriga as nascentes do histórico riacho do Ipiranga, ao sul da cidade de São Paulo, localizado em uma área de 824 529 metros quadrados de Mata Atlântica original, com quatro quilômetros de alamedas.

Após 51 dias fechado, Zoológico de São Paulo é reaberto | VEJA SÃO PAULO

Tem opções para todos os gostos!

Dicas para fazer reparos residenciais da maneira correta:

Sua loja oferece materiais para pequenos reparos residenciais? - Negócios -  Mapa da Obra

Atenção aos prazos de cada reparo

Está pensando em trocar o piso ou instalar novas torneiras no banheiro? Coloque tudo no papel! Crie uma lista com todas as etapas do processo — da compra dos materiais, à estimativa de tempo que cada fase levará.

Com essas informações, você conseguira encontrar os produtos adequados, deixar o espaço pronto para o uso, otimizar o tempo e ainda fazer com que a família se programe para que a rotina de ninguém seja prejudicada.

Tenha cuidado com estruturas elétricas e hidráulicas

A sua atenção deverá ser redobrada caso a instalação seja antiga. Nesse caso, é recomendado fazer a troca de alguns itens com frequência, estar sempre de olho nos vazamentos. Além disso, é importante investir em reparos na descarga, nos interruptores e nos disjuntores.

Outro ponto importante é prestar atenção se as luzes da sua casa falham ou piscam com frequência. Em caso positivo, isso significa que está na hora de um novo ajuste

Entenda a importância da impermeabilização

Atenção as infiltrações, pois causam manchas nas paredes e prejuízos financeiros e estruturais na casa. Muitos desses problemas podem ser evitados com a impermeabilização.

Ela pode ser feita com gel acrílico ou com a aplicação da manta asfáltica. Em geral, a manta asfáltica possui durabilidade de até sete anos e pode ser usada em fachadas, coberturas, ralos, piscinas, paredes, degraus, entre outros locais. O recomendado é que o material seja o mais espesso possível para prolongar a sua durabilidade.

Mantenha a pintura das paredes em dia

Com o passar dos anos, a pintura das paredes não permanece a mesma. Isso acontece devido à ação do sol, da chuva e de outros fatores externos responsáveis por deixar a superfície desbotada, descascada ou manchada.

Além de favorecer o visual estético, manter a pintura impecável também protege a casa contra rachaduras e, até mesmo, infiltrações. Portanto, escolha uma tinta de qualidade e que esteja dentro das normas brasileiras para ter um bom custo-benefício.

Fonte: www.soreparos.com.br

Como valorizar seu imóvel

1-Reformas para valorizar o imóvel

Em muitos casos, o possível comprador terá uma única oportunidade para conhecer o seu bem e, quando isso acontecer, é importante que você não perca a chance de impressionar.

Entendemos que o seu apartamento seja perfeito para você, mas a proposta não é, exatamente, que ele deixe de ser seu?

Uma analogia interessante de se fazer é comparar o seu imóvel a um quarto de hotel. No geral, a grande maioria é bastante impessoal e por isso, conseguem agradar diferentes perfis.

Logo, se necessário, avalie a possibilidade de uma simples reforma. Cores neutras e pequenos reparos podem valorizá-lo. Quanto mais homogeneidade melhor, então, tome cuidado com o excesso. Nem sempre o seu ideal de decoração é o mesmo do comprador. É clichê, mas acredite, faz toda diferença!  

Optando pelo neutro você minimiza as chances de erro e não gasta “rios” de dinheiro em uma reforma que não poderá ser somada ao preço de venda.  As melhorias agilizam a negociação, porém, não se recupera o valor investido somando-o ao de avaliação do imóvel. Isso faria com que o mercado não o absorvesse, ou seja, prejudicaria a venda. As avaliações se dão pelo preço que o mercado absorve cada um destes imóveis e está diretamente ligada a questões como localização, vaga, e não pelo estado de reforma.

Vale também ficar atento à organização, principalmente no ato da visita de um possível comprador e na hora de tirar as fotos para seu imóvel.  Em 90% dos casos, o interesse ocorre primeiro pela web, onde as fotos são a “vitrine”.

2 – O Preço desvaloriza um imóvel?

Vencer os concorrentes e estar sempre à frente é um desafio e tanto, porém, ganha-se muitas posições quem já consegue enxergar o preço como um dos fatores de valorização da casa ou apartamento.

Uma avaliação incorreta ou mesmo a fixação de um preço acima do mercado podem favorecer a venda de outros imóveis semelhantes ao seu, mas que estão coerentes com o preço avaliado. Ou seja, na hora de comparar, dependendo da variação, o seu imóvel pode “ajudar” a vender o do concorrente, caso este esteja com o preço muito acima.

Se você não acompanha a movimentação do mercado e os investimentos públicos para a sua região, provavelmente será um risco propor um valor para a venda.

No geral, as imobiliárias possuem comitês especializados, que levam para a tomada de decisão os mais variados critérios (tendências de procura, localização, particularidades, valor de venda ou locação de imóveis similares), discutidos cautelosamente por vários profissionais.

Uma sugestão é fazer uma análise inicial dos preços já praticados no seu bairro.  Mas, lembre-se: o papel do corretor para auxiliar na avaliação continua sendo fundamental. Há detalhes que só podem ser identificados pessoalmente e interferem consideravelmente no preço final.

3- Faça parcerias que também valorize

Valorizar o seu bem é também saber vendê-lo. Tradicionalmente, um comprador se interessa por imóveis localizados na região onde mora ou passaram a maior parte de suas vidas, por isso, uma empresa e/ou corretor que a conheça, terá maiores chances na hora de apresentá-lo a um possível interessado.

Além disso, saber qual a estrutura e perfil de quem está trabalhando a venda e o compromisso dela com a sua necessidade pode mudar os rumos de sua negociação.

Ah! E não se esqueça, caso sua chave não esteja disponível na imobiliária, ao menos reserve um horário para receber os possíveis compradores. Uma sequência de “não”, pode fazer com que estes percam o interesse, assim como o próprio intermediador opte por outro imóvel, mais fácil de visitar.

4 – Divulgue, mas, com moderação  

A Divulgação por muitas imobiliárias não garante uma venda mais rápida. Ao contrário, ela poderá tumultuar o processo e passar ao comprador a sensação de que o proprietário está com dificuldades financeiras e “desesperado para vender”. Assim, os compradores acabam fazendo uma oferta menor que o valor deste imóvel no mercado. Ou seja, desvaloriza!

O motivo lógico para essa divulgação intensa, é o receio de não ter um número satisfatório de clientes interessados – o que é compreensível. No entanto, este risco é maior quando se divulga o imóvel em imobiliárias de pequeno porte ou pouco conhecidas. Optando por uma imobiliária de grande porte e com bom histórico na realização de seus negócios, você não só minimiza esse perigo como agrega valor e valoriza o imóvel.

Além disso, vale se atentar às normas estabelecidas pelo código de postura de BH. A lei  nº 10.893/2015, que, por exemplo, limitou em duas o número de placas por imóvel anunciado.

5- Valorize estar no lugar certo

Poucas pessoas sabem, mas as maiores imobiliárias possuem parcerias com os principais portais imobiliários, com o objetivo de ampliar o alcance das divulgações e maximizar as possibilidades de venda, sem custo ao vendedor.

Em 2017, os portais imobiliários tiveram um aumento de 14% na audiência alcançando mais de 5 milhões de visitantes por mês.

É claro que, cada casa ou apartamento tem sua particularidade – lazer, projeto de iluminação, revestimento de qualidade, jardim e decoração planejada por arquiteto podem, sim, fazer a diferença e valorizar o seu bem. Contudo, existem diversos compradores, para cada um deles um diferente estilo e, claro, diferenças no “poder de compra”.

Por isso, busque ser atraente para o seu público alvo fazendo melhorias sem alto custo, neutras, que não comprometam a negociação e, principalmente, saiba usar a concorrência a seu favor!

O mercado imobiliário tem se movimentado de maneira rápida e a experiência do comprador em seu imóvel é crucial para alcançar o seu objetivo.

Sair do aluguel: 5 dicas para identificar se é a hora

1. A família vai aumentar

A chegada de um novo membro na família é um dos principais fatores que normalmente motivam as pessoas a mudarem de casa. Afinal, com mais integrantes no imóvel, o espaço disponível pode acabar ficando insuficiente para acomodar todo mundo com o conforto merecido.

Além disso, quem mora em uma casa ou em um apartamento alugado se vê praticamente impedido de elaborar um planejamento familiar ideal, já que o tamanho do imóvel pode limitar o crescimento da turma da maneira desejada. Por isso, se um novo filho está a caminho, é hora de pensar em sair do aluguel.

2. A situação financeira está estável

É difícil tomar a decisão de investir em um imóvel quando a condição financeira não está muito favorável, não é verdade? No entanto, se sua situação é de estabilidade, nada melhor que usar seus recursos para tirar o sonho da casa própria do papel!

3. A renda permite um investimento

A compra de um imóvel é um dos investimentos mais seguros que existe. Afinal, ele tanto pode representar a eliminação dos gastos com aluguel como pode ser uma fonte de renda para o proprietário. Mas aí você logo pensa: e se não tenho a quantia total para quitar o bem à vista? Não se preocupe, porque existem alternativas!

Se você tem um valor disponível mensal, por menor que seja, pode investir em opções de compra programada, como os consórcio de imóveis. Essa modalidade permite adquirir esse patrimônio de forma segura, econômica e planejada. E o melhor: ao contrário do aluguel, o consórcio tem data certa para terminar!

4. A liberdade está batendo à porta

A busca pela independência é um fator decisivo no momento de tomar a decisão de sair do aluguel e investir na compra de um imóvel próprio. Se você mora em uma casa ou em um apartamento que não é seu, provavelmente tem menos liberdade do que teria em seu cantinho.

Além disso, morar em um lugar alugado te inibe de diversas formas, desde a falta de privacidade e a impossibilidade de fazer reformas necessárias no imóvel até talvez a proibição de ter animais de estimação em casa.

5. Os benefícios são irresistíveis

Além do incentivo financeiro para sair do aluguel, a compra da casa própria proporciona diversas vantagens. Confira a seguir 2 dos principais benefícios que certamente o convencerão a investir no seu lar doce lar!

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