Como valorizar seu imóvel

1-Reformas para valorizar o imóvel

Em muitos casos, o possível comprador terá uma única oportunidade para conhecer o seu bem e, quando isso acontecer, é importante que você não perca a chance de impressionar.

Entendemos que o seu apartamento seja perfeito para você, mas a proposta não é, exatamente, que ele deixe de ser seu?

Uma analogia interessante de se fazer é comparar o seu imóvel a um quarto de hotel. No geral, a grande maioria é bastante impessoal e por isso, conseguem agradar diferentes perfis.

Logo, se necessário, avalie a possibilidade de uma simples reforma. Cores neutras e pequenos reparos podem valorizá-lo. Quanto mais homogeneidade melhor, então, tome cuidado com o excesso. Nem sempre o seu ideal de decoração é o mesmo do comprador. É clichê, mas acredite, faz toda diferença!  

Optando pelo neutro você minimiza as chances de erro e não gasta “rios” de dinheiro em uma reforma que não poderá ser somada ao preço de venda.  As melhorias agilizam a negociação, porém, não se recupera o valor investido somando-o ao de avaliação do imóvel. Isso faria com que o mercado não o absorvesse, ou seja, prejudicaria a venda. As avaliações se dão pelo preço que o mercado absorve cada um destes imóveis e está diretamente ligada a questões como localização, vaga, e não pelo estado de reforma.

Vale também ficar atento à organização, principalmente no ato da visita de um possível comprador e na hora de tirar as fotos para seu imóvel.  Em 90% dos casos, o interesse ocorre primeiro pela web, onde as fotos são a “vitrine”.

2 – O Preço desvaloriza um imóvel?

Vencer os concorrentes e estar sempre à frente é um desafio e tanto, porém, ganha-se muitas posições quem já consegue enxergar o preço como um dos fatores de valorização da casa ou apartamento.

Uma avaliação incorreta ou mesmo a fixação de um preço acima do mercado podem favorecer a venda de outros imóveis semelhantes ao seu, mas que estão coerentes com o preço avaliado. Ou seja, na hora de comparar, dependendo da variação, o seu imóvel pode “ajudar” a vender o do concorrente, caso este esteja com o preço muito acima.

Se você não acompanha a movimentação do mercado e os investimentos públicos para a sua região, provavelmente será um risco propor um valor para a venda.

No geral, as imobiliárias possuem comitês especializados, que levam para a tomada de decisão os mais variados critérios (tendências de procura, localização, particularidades, valor de venda ou locação de imóveis similares), discutidos cautelosamente por vários profissionais.

Uma sugestão é fazer uma análise inicial dos preços já praticados no seu bairro.  Mas, lembre-se: o papel do corretor para auxiliar na avaliação continua sendo fundamental. Há detalhes que só podem ser identificados pessoalmente e interferem consideravelmente no preço final.

3- Faça parcerias que também valorize

Valorizar o seu bem é também saber vendê-lo. Tradicionalmente, um comprador se interessa por imóveis localizados na região onde mora ou passaram a maior parte de suas vidas, por isso, uma empresa e/ou corretor que a conheça, terá maiores chances na hora de apresentá-lo a um possível interessado.

Além disso, saber qual a estrutura e perfil de quem está trabalhando a venda e o compromisso dela com a sua necessidade pode mudar os rumos de sua negociação.

Ah! E não se esqueça, caso sua chave não esteja disponível na imobiliária, ao menos reserve um horário para receber os possíveis compradores. Uma sequência de “não”, pode fazer com que estes percam o interesse, assim como o próprio intermediador opte por outro imóvel, mais fácil de visitar.

4 – Divulgue, mas, com moderação  

A Divulgação por muitas imobiliárias não garante uma venda mais rápida. Ao contrário, ela poderá tumultuar o processo e passar ao comprador a sensação de que o proprietário está com dificuldades financeiras e “desesperado para vender”. Assim, os compradores acabam fazendo uma oferta menor que o valor deste imóvel no mercado. Ou seja, desvaloriza!

O motivo lógico para essa divulgação intensa, é o receio de não ter um número satisfatório de clientes interessados – o que é compreensível. No entanto, este risco é maior quando se divulga o imóvel em imobiliárias de pequeno porte ou pouco conhecidas. Optando por uma imobiliária de grande porte e com bom histórico na realização de seus negócios, você não só minimiza esse perigo como agrega valor e valoriza o imóvel.

Além disso, vale se atentar às normas estabelecidas pelo código de postura de BH. A lei  nº 10.893/2015, que, por exemplo, limitou em duas o número de placas por imóvel anunciado.

5- Valorize estar no lugar certo

Poucas pessoas sabem, mas as maiores imobiliárias possuem parcerias com os principais portais imobiliários, com o objetivo de ampliar o alcance das divulgações e maximizar as possibilidades de venda, sem custo ao vendedor.

Em 2017, os portais imobiliários tiveram um aumento de 14% na audiência alcançando mais de 5 milhões de visitantes por mês.

É claro que, cada casa ou apartamento tem sua particularidade – lazer, projeto de iluminação, revestimento de qualidade, jardim e decoração planejada por arquiteto podem, sim, fazer a diferença e valorizar o seu bem. Contudo, existem diversos compradores, para cada um deles um diferente estilo e, claro, diferenças no “poder de compra”.

Por isso, busque ser atraente para o seu público alvo fazendo melhorias sem alto custo, neutras, que não comprometam a negociação e, principalmente, saiba usar a concorrência a seu favor!

O mercado imobiliário tem se movimentado de maneira rápida e a experiência do comprador em seu imóvel é crucial para alcançar o seu objetivo.

Sair do aluguel: 5 dicas para identificar se é a hora

1. A família vai aumentar

A chegada de um novo membro na família é um dos principais fatores que normalmente motivam as pessoas a mudarem de casa. Afinal, com mais integrantes no imóvel, o espaço disponível pode acabar ficando insuficiente para acomodar todo mundo com o conforto merecido.

Além disso, quem mora em uma casa ou em um apartamento alugado se vê praticamente impedido de elaborar um planejamento familiar ideal, já que o tamanho do imóvel pode limitar o crescimento da turma da maneira desejada. Por isso, se um novo filho está a caminho, é hora de pensar em sair do aluguel.

2. A situação financeira está estável

É difícil tomar a decisão de investir em um imóvel quando a condição financeira não está muito favorável, não é verdade? No entanto, se sua situação é de estabilidade, nada melhor que usar seus recursos para tirar o sonho da casa própria do papel!

3. A renda permite um investimento

A compra de um imóvel é um dos investimentos mais seguros que existe. Afinal, ele tanto pode representar a eliminação dos gastos com aluguel como pode ser uma fonte de renda para o proprietário. Mas aí você logo pensa: e se não tenho a quantia total para quitar o bem à vista? Não se preocupe, porque existem alternativas!

Se você tem um valor disponível mensal, por menor que seja, pode investir em opções de compra programada, como os consórcio de imóveis. Essa modalidade permite adquirir esse patrimônio de forma segura, econômica e planejada. E o melhor: ao contrário do aluguel, o consórcio tem data certa para terminar!

4. A liberdade está batendo à porta

A busca pela independência é um fator decisivo no momento de tomar a decisão de sair do aluguel e investir na compra de um imóvel próprio. Se você mora em uma casa ou em um apartamento que não é seu, provavelmente tem menos liberdade do que teria em seu cantinho.

Além disso, morar em um lugar alugado te inibe de diversas formas, desde a falta de privacidade e a impossibilidade de fazer reformas necessárias no imóvel até talvez a proibição de ter animais de estimação em casa.

5. Os benefícios são irresistíveis

Além do incentivo financeiro para sair do aluguel, a compra da casa própria proporciona diversas vantagens. Confira a seguir 2 dos principais benefícios que certamente o convencerão a investir no seu lar doce lar!

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